Monica ainda declarou que se sente mal e chora quando agredida pelos políticos.
- Às vezes eu choro. Nunca na frente dos políticos, claro. Mas, quando sou agredida verbal ou fisicamente, fico triste por imaginar que uma pessoa que deveria estar ali para ajudar o país está fazendo justo o oposto. Quando estou na frente de um político corrupto, não encaro como uma simples matéria para o “CQC “. Me vejo como uma cidadã que tem a oportunidade de confrontar seus líderes e tentar mudar algo no sistema de governo atual. O Congresso Nacional me consome demais. Não acreditava em energia negativa até pisar lá dentro. Saio de lá moída, como se tivesse feito trabalho braçal.Ainda na entrevista, a repórter falou que a morte de seu pai, quando ela tinha 16 anos, a tornou mais independente para fazer o que precisa. Ela acredita que o que pode ser feito hoje não deve ser deixado para amanhã.
Sobre a polêmica de Rafinha Bastos, Monica não pende para nenhum dos lados. Diz que se sente acusada de um crime do qual não foi testemunha.

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